MUNDIAL 2014/4º DIA: MESSI DESENCANTOU.

Messi respondeu às vaias com um golaço. Cuidado, Deus castiga quem o craque fustiga!

A Argentina  que estreou na Copa vencendo a Bósnia por 2×1 no Maracanã ficou no mesmo patamar de Brasil e Itália, as outras campeãs do mundo que venceram mas não deslumbraram os torcedores. Só nas partidas seguintes saberemos realmente quanto valem. Manda o bom senso considerarmos as três fortes candidatas ao título, ao lado da Alemanha, da Espanha (que tem craques para renascer das cinzas) e da Holanda (a única virgem da turma foi a que melhor futebol apresentou até agora).

Os hermanos fizeram um primeiro tempo decepcionante, com Messi muito isolado na frente e sem inspiração. A vitória por placar mínimo, conquistada com gol contra, caiu-lhes do céu.
No segundo tempo o técnico Alejandro Sabella adotou uma postura mais ofensiva, com a entrada de um quarto atacante (Higuaín) possibilitando que o melhor jogador da nossa época passasse a atuar como no Barcelona: vindo da intermediária com a bola dominada, para servir os companheiros ou, trocando passes com eles, chegar à zona de arremate em boas condições para a conclusão.
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O resultado foi o golaço que marcou (quando os torcedores brasileiros já começavam a vaiá-lo) e algumas assistências preciosas que só não terminaram em gol porque Di Maria e, principalmente, Aguero estavam com os pés descalibrados e/ou murchos. Uma goleada refletiria melhor o que foi o 2º tempo.
A boa notícia para os adversários é que a Argentina se mostrou dependente ao extremo de Messi, de forma que encontrará grandes dificuldades caso ele seja anulado.  A má notícia é que o supercraque desencantou e, após passar o Mundial de 2010 inteiro sem visitar as redes, livrou-se da zica logo na estréia. Se repetir na seleção o futebol exuberante de seus melhores dias no Barça, a Argentina será a grande favorita ao título.
A França renovada bateu em bêbado (3×0 sobre Honduras, afora as bolas no travessão). Mas, desperdiçou oportunidades demais antes de abrir o placar com um pênalti que acarretou também a expulsão de um adversário. Aí tudo ficou bem mais fácil. Como Benzema não é Messi, nem Pirlo, nem Neymar, meu palpite é de que os franceses chegarão, no máximo, às semifinais. Se contassem com Ribéry (cortado por contusão), a história poderia ser outra…
A Suíça enfiou 2×1 no Equador na bacia das almas, praticamente despachando os adversários para casa. Seu futebol agora é mais ofensivo e vistoso, mas não lhe permite almejar mais do que uma quarta-de-final. O provável é que caia já na oitava.
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