“O GENTLEMAN JOGOU, MAS NÃO DESTRUIU”

Nesta 5ª feira (13), o maior tenista de todos os tempos comprovou novamente que, além de extraordinário esportista, é um grande homem.
No torneio final da temporada da ATP, reunindo os oito melhores do ano, ele reduzia a pó Andy Murray: venceu o 1º set por 6×0 (o chamado pneu), vencia o 2º por 5×0 e, já estando com 0-30, poderia facilmente impor ao escocês uma bicicleta, suprema humilhação para o adversário. Bastaria marcar outros dois pontos.
De repente, seu jogo perdeu contundência e precisão por alguns instantes, o suficiente para Murray recuperar-se e salvar o game. Depois, claro, Federer voltou ao normal, liquidando a fatura em 6×1.
Fernando Meligeni, o bom Fininho, disse tudo:

…tenho certeza de que ele viu o tamanho do buraco em que o adversário, mas não inimigo, iria entrar. O gentleman jogou, mas não destruiu.

Atitude idêntica à dos jogadores alemães que não se esforçaram para impedir o gol de honra brasileiro, quando massacravam nossa Seleção por 7×0 no último Mundial da Fifa.
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