NÃO HÁ O QUE LAMENTARMOS QUANDO UM DEUS DE BARRO VIRA PÓ

A música mais apropriada para o momento que vivemos é Deus de Barro, do LP de 1975 do grande Sérgio Ricardo.

Pelo menos para os que consideramos que a esquerda, ou é revolucionária, ou nada é, pois inexiste existência digna para os explorados dentro do capitalismo.

Então, não há o que lamentarmos quando um deus de barro é arrojado do altar e se esfarela no chão.

Como o velho da canção, farsantes que juravam ser de esquerda enquanto se refestelavam com as mordomias e maracutaias do poder, agora bradam: “Eis aqui o fim de tudo!”.

O verso seguinte está à espera que novas gerações de revolucionários, mais íntegras, imunes às tentações de um sistema podre até a medula, o escrevam em letras de fogo, nas escolas, nas ruas, campos e construções, na praça que é do povo como o céu é do condor: “Veio o moço e continuou”.

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