PASMEM: PODEREMOS TER UM MINISTRO DO STF QUE COMPARA UNIÃO HOMOSSEXUAL A CASAMENTO DE MULHER COM CACHORRO!

O que o tal tratado de Direito dirá sobre homofobia?

O atento jornalista Edson Sardinha, no Congresso em Foco, reproduziu afirmações muito reveladoras do presidente do Tribunal Superior do Trabalho e candidato à cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal, Ives Gandra Martins, que constam de um artigo cometido pelo dito cujo em 2012. 

Confirmam inteiramente a avaliação que dele fiz, como um indivíduo que cultua valores de um passado longínquo e tudo faz para alhear-se do clima espiritual do século 21:

É um cidadão que mentalmente continua vivendo na idade das trevas, tanto que até escreveu um livro sobre O senhor dos anéis, uma saga de óbvia inspiração medieval. Trata-se de uma fantasia coerente com a impressão que Gandra transmite, de alguém que nos quer levar de volta para os velhos e bons tempos do Torquemada.

Leiam os trechos em questão da notícia do Congresso em Foco, com grifos meus, e constatem:

…são as posições do ministro sobre questões de família e comportamento que têm gerado mais polêmicas nas redes sociais. Em artigo sobre direitos fundamentais publicado no livro Tratado de Direito Constitucional (…), o presidente do TST deixou clara sua visão sobre o assunto.

O lesbianismo, na visão de Gandra.

Para Ives Gandra Filho, só é possível chamar de casamento a relação entre um homem e uma mulher. O matrimônio, segundo ele, tem dupla finalidade: geração e educação dos filhos, e complementação e ajuda mútua de seus membros.

No artigo, de 2012, o presidente do TST defende que as mulheres sejam obedientes aos maridos, compara a união homossexual ao casamento de humanos com animais e critica a possibilidade de casais se divorciarem. ‘O princípio da autoridade na família está ordenado de tal forma que os filhos obedeçam aos pais e a mulher ao marido’.

No entendimento do ministro, na união homossexual, como os parceiros possuem ‘compleição física e psicológica semelhantes, fica de antemão vedada a possibilidade de que haja a mencionada complementaridade dos contrários’.

Segundo ele, ao reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, em 2012, o Supremo ‘acabou por esvaziar o sentido da união homem-mulher’. 

O homossexualismo masculino, na visão de Gandra.

‘Por simples impossibilidade natural, ante a ausência de bipolaridade sexual (feminino e masculino), não há que se falar, pois, em matrimônio entre dois homens ou duas mulheres, como não se pode falar em casamento de uma mulher com seu cachorro ou de um homem com seu cavalo (pode ser qualquer tipo de sociedade ou união, menos matrimonial)’, escreveu. 

No texto, o ministro ressalta que ‘indivíduos de orientação heterossexual e homossexual possuem a mesma dignidade perante a lei, e as pessoas homossexuais devem, sem sombra de dúvida, ser respeitadas nas suas opções’. 

‘Contudo, isso não é o mesmo que dizer que os casais homoafetivos devem gozar, irrestritamente, dos mesmos direitos de que gozam os casais de orientação heterossexual, sob pena mesmo de se deturpar o conceito de família, em termos antropológicos e sociológicos’, acrescentou.

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